Paulo, o Boxe e a Batalha Cristã
03/05/2009
Paulo conhecia a arte de ataque e defesa pelo uso dos punhos. De fato, o boxe passou a figurar nos jogos olímpicos, em Atenas, quase na época do ministério profético de Isaías, em Jerusalém (700 a.C.). Naturalmente, naquele tempo o esporte ainda não exibia regras bem definidas, como os limitadores na aplicação de golpes e no tempo para os combates. Foi apenas a partir de 1867 que surgiu na Inglaterra as regras que regem o boxe até hoje. De qualquer forma, o princípio permanece o mesmo da modalidade nos jogos gregos: valorizar a arte e a destreza dos lutadores.
Quando escreve aos Coríntios, dizendo: “Sou como um lutador de boxe que não perde nenhum golpe” (1 Co 9.26b), o apóstolo traça um paralelo entre as lutas atenienses e os combates na vida cristã. Com ligeiras modificações, o boxe continua a exigir múltiplos sacrifícios dos lutadores. Ora, na batalha espiritual somos convocados a adotar algumas posturas indispensáveis ao nosso sucesso.
Primeiro: tenha certeza de que o seu coração está limpo diante de Deus (Sl 66.18). Desta forma você terá autoridade para desalojar o impostor.
Segundo: esteja morto para as suas próprias idéias sobre Deus (Pv 3.3-5). Fique com aquilo que já nos foi revelado nas Escrituras.
Terceiro: peça a orientação constante do técnico celestial – o Espírito Santo (Jo 16.13). É Ele quem pode guiá-lo em toda a verdade.
Quarto: entre na batalha! (Ef 6.11,12). O plano do Pai é que cada um de seus filhos seja um soldado ativo e destemido. Deus pode contar com você?
A batalha exige sabedoria nas estratégias, graça nas adversidades, assistência nos confrontos imprevistos e proteção nas situações desconhecidas. Mas, a vitória é nossa em Cristo Jesus!

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