O Deus Morto de Nietzche
20/12/2006
Friedrich Nietzche, falecido em 1900, apregoava na Universidade de Basiléia, na Suiça: “Deus está morto”.
Para o filósofo do absurdo, os homens tinham inventado um deus fictício e à medida que aumentava o seu conhecimento eles percebiam que esse deus não passava de uma invenção.
Pobre professor. Sua filosofia foi tão trágica que Nietzche passou os últimos onze anos de sua existência perambulando pelas estradas da Itália e da Suíça completamente louco.
Mas, como saber que Deus está vivo? Primeiramente precisamos crer que Ele habita em nós. Sua promessa é imutável: “Se alguém me amar, guardará a minha palavra. Meu Pai o amará, e viremos para ele e nele faremos morada” (Jo 14.23).
Deus não é um teorema matemático, um objeto ou uma força cósmica, como nos querem fazer crer os defensores da Nova Era. O brado do Cristianismo continua sendo o nosso brado: Deus é pessoal e existe uma dimensão da experiência com Ele que apenas pode ser vivenciada sob a égide da fé, afinal “A intimidade do Senhor é para os que o temem, aos quais Deus dará a conhecer a Sua aliança” (Salmos 25:14).
Quem, pela perspectiva da fé, tornou-se habitação de Deus, conhece a felicidade da segurança de tê-Lo como abrigo seguro contra as dúvidas do aqui e do agora, além da garantia de uma eternidade com Ele.
Deus está vivo. Deixe-se habitar por Ele!

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